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Archive for Abril, 2011

À música certa.

Filho maravilha.

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Aos ziguezagues.

No torneio das pistas rápidas, em que as corridas são decididas ao milésimo de segundo, aparece sempre a figura mais velocipédica a dizer  disparates que são mais imponentes que um casamento real. E dizem-no com a complacência de uma comunicação social ávida de sangue…Se esta senhora se acha agora representante de todos os professores e de todo o sistema de ensino, só porque a oposição não soube fazer as coisas decentemente, mais vale que se vá desligando do cargo!Por mim, nunca falará ela! Mandar poeira para os olhos é uma táctica que já vai acumulando anos que quase chega a uma década, estou cansado disso!

Os outros também não se livram do ziguezague. Foi por causa desse ziguezague que me desvinculei!O nosso trabalho está relacionado com o futuro deste país, não com qualquer agenda política!

Por mim, ainda que não me tenha visto livre desta avaliação sanguessuga, depois de ter participado, nos limites, na sua colocação em prática, vou estar sempre contra algo que não é justo e que nunca promoverá as boas práticas! Para isso, basta o que um político não tem, visão do colectivo e vontade de trabalhar em prol do próximo…

Ministra classifica de “inconsciente” atitude da Fenprof.

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Lembro-me de quando era miúdo e como podia andar livremente na rua sem a presença e vigilância de um adulto. O mundo parecia mais inocente e era, de certeza, menos global. Raramente se sabia das desgraças, todos viviam felizes e contentes, nas vidinhas simples de cada dia…Talvez esta forma de estar, aliada às correntes induzidas por uma mudança de paradigma da política portuguesa, tenham acelerado um consumismo físico e mental em forma de recuperação de décadas de censura e claustrofobia. O povo mudou-se para um sentimento de que agora podemos fazer tudo, agora podemos ter tudo. O povo iludiu-se e deixou-se iludir, principalmente este último ponto. Não soubemos capitalizar esses momentos sofridos por gerações atadas aos sentimentos e às palavras que nunca puderam proferir. De repente, quando a censura partiu, tudo se tornou em liberdade. Em detrimento de mais solidariedade, de mais força social, criou-se uma tômbola unilateral, muito individualista, com defesas muito ferozes de familiares e amigos, deixando à míngua, outros que nunca tiveram os mesmos argumentos. Uns por serem pobres, outros por não terem as mesmas capacidades para percorrer bastidores, para telefonemas indiscretos ou para contactos mais irreverentes…Aqueles que primam pela justiça e pela transparência. A dada altura, lembraram-se de baptizar estas posturas com o nome de compadrios. Mais tarde, com a globalização, decidiram-se pelos boys! Todos se serviram, sem pudor, sem ética, sem educação e sem qualquer respeito pelo próximo!

Hoje, o mundo mudou, todos têm acesso à mais simples informação, mas, ao mesmo tempo, todos têm medo da informação…Parece um paradoxo, mas não é! Já não há criança que ande sozinha na rua ou que fique sozinha em casa! A sociedade não é capaz de aceitar e quem o permite é, simplesmente, contestado, muitas vezes por quem faz ou fez o mesmo, em momentos diferentes da vida.A sociedade não aceita coisas que há uns anos era o mais banal. Mas a sociedade tornou-se protectora de forma muito doentia. E no que toca aos filhos, age-se muitas vezes de forma bastante irracional!A sociedade não se revolta por ver pedófilos libertados e violadores a serem inocentados por falta de enquadramento jurídico.Somos complacentes com o mais grave, não nos manifestamos, mas somos muito implacáveis em assuntos menores para se dar a ideia de que”comigo ninguém goza”!E vai-se para a televisão para meter medo e obrigar alguém a mudar de acordo com os desejos do denunciante…

Hoje, foge-se ao fisco e regozija-se o prevaricador…Hoje, há fraude fiscal e enriquece o prevaricador…A sociedade aceita!O corrupto demonstra vários sinais exteriores de riqueza…A sociedade aceita, fala ao ouvido, mas não se perturba, é perfeitamente normal! Hoje, se um político mentir, se disser uns palavrões no parlamento, a sociedade aceita. Muitos dizem-no em frente aos filhos, à refeição…Se sobem os impostos  e baixa os salários por força dos próprios erros cometidos por esses mesmos políticos, a sociedade aceita!Se ninguém é culpado da situação de bancarrota, a sociedade aceita!Está na hora de todos obrigarem todos a passarem a factura, literalmente…

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No reino dos utópicos.

O Polvo mostra-se com tentáculos em tudo quanto é área de negócio.Envolve tudo, até o futuro das novas gerações…

Parcerias e concessões de infra-estruturas foram as “menos aconselháveis”.

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Para os utópicos.

Para os utópicos que estremecem perante uma classe tão importante como é a dos professores…Entrei nesta avaliação, como sempre, sem qualquer medo das minhas capacidades! Em treze anos de carreira, orgulho-me de ouvir elogios ao meu trabalho…Noutras profissões, não sei, na minha, é nos cafés, nos cabeleireiros, nas festas de anos das criancinhas, nos jogos de futebol, enfim, profissão mais avaliada não há!!!Não estou contra a avaliação dos professores.Estou contra este sistema injusto de avaliação, nada transparente e que serve a economia em detrimento da educação.Pior não há!E ponham isto na cabeça!Pensar o contrário é azedume!

Nem vos quero dizer o que já perdi com estes que nos governam há seis anos!Por respeito aos que nada têm, reservo-me ao silêncio para que possa reivindicar, um dia, relativamente aos funcionários do Polvo que nos tem levado ao precipício!Tenho todo direito, nessa altura, de dizer tudo o que penso!

Tribunal Constitucional chumba revogação da avaliação de desempenho dos professores.

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No reino da utopia.

Andam entretidos…Deixá-los andar!Vão ter mesmo que se entender…

PSD diz que programa do PS é mais do mesmo.

“Oposição rápida a destruir mas lenta a fazer propostas“.

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No reino da utopia.

Para quem se serve dos números para discernir a realidade da fantasia, aqui vai a evolução da despesa do estado. As transferências correntes são tipicamente direccionadas à família da cor que estiver no poder. Não é difícil de adivinhar quais os amigos que têm sido presenteados nos últimos anos…

(clique na imagem)

tirado do Aventar

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